Raça não existe. Pele não tem cor.
O que existe é desigualdade e discriminação.
Geneticamente, somos todos iguais.
Neste seu novo e controverso livro, o pesquisador médico Luís Mir trata de um tema polêmico, o conceito de “raça”. “Raça”, para ele – e para a ciência – não existe. “Raça” é uma construção não científica, puramente social, construída para distinguir pessoas umas das outras por suas características físicas, dividi-las e explorá-las. E pele não tem cor. O que existe, portanto, é desigualdade social e discriminação.
A espécie humana, lembra Mir, surgiu na África há apenas 300 mil anos, 13,4 bilhões de anos depois do surgimento do universo. Descendemos de um animal que desenvolveu habilidades e começou a pensar sobre si mesmo e o mundo.
Este ser primitivo espalhou-se pelo planeta e, dependendo do ambiente, assumiu diferentes formas físicas e tons de pele.
A pele é incolor. Sob o sol da África, para se proteger da radiação solar, a pele desenvolveu pigmentos evolutivos que a tornaram escura. O homem migrou para áreas frias e pouco ensolaradas do planeta e nelas a pele perdeu pigmentação, tornando-se clara. Na América tropical, ela continuou fortemente pigmentada.
Detalhes do produto
Editora : Geração Editorial; 1ª edição (24 julho 2024)
Idioma : Português
Capa comum : 416 páginas
ISBN-10 : 655647133X
ISBN-13 : 978-6556471334
Dimensões : 15.6 x 1.95 x 23 cm
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