A igreja evangélica brasileira se acostumou com respostas bipolares à cultura pop. Por um lado, costuramos teorias da conspiração sobre discos infantis, por outro, espiritualizamos filmes de super-heróis à procura de um Jesus mainstream.
Enquanto uns demonizam o entretenimento, outros transformam a igreja em um show em busca de relevância. Reações desequilibradas que são agravadas pela época em que vivemos, na qual todo tipo de entretenimento pode ser consumido em qualquer hora e lugar. Por isso, nunca foi tão necessário para o cristão saber ler, ver, ouvir e fazer cultura. Afinal, como é possível comunicar o evangelho no meio de uma cacofonia de “boas-novas”? Como formar pessoas à semelhança de Jesus em meio a tantos modelos do mercado? E principalmente: como apreciar e criar cultura e arte para a glória de Deus?