"Parir e nascer, definitivamente, não são processos ‘naturais’ nem meramente fisiológicos. São eventos sociais e culturais complexos, que envolvem interações entre indivíduos, grupos sociais e organizações (hospitais e maternidades), com poderes e legitimidades diferenciados". A partir desta constatação, a autora faz uma investigação sistemática sobre como disputas em torno do modelo de assistência ao parto tornam-se obstáculos para a implementação de uma política que considere mais o papel da mulher e minimize os impactos negativos de uma excessiva hospitalização do processo. Com base no caso da rede hospitalar de Belo Horizonte – pública, filantrópica, privada contratada e privada não contratada pelo SUS –, verifica em que medida as políticas nacionais de humanização do parto se operacionalizaram, como se portaram profissionais obstetras (médicos e enfermeiras) e quais foram as dificuldades institucionais enfrentadas para colocar em prática essas políticas. Fornece, assim, valiosos indicadores para todos aqueles empenhados na efetiva humanização do parto no Brasil.
Detalhes do produto
Editora : Editora Fiocruz; Em acesso aberto no SciELO Livros edição (1 janeiro 2010)
Idioma : Português
Capa comum : 189 páginas
ISBN-10 : 8585471182
ISBN-13 : 978-8585471187
Dimensões : 23 x 16 x 1.2 cm
Ranking dos mais vendidos: Nº 148.164 em Livros (Conheça o Top 100 na categoria Livros)
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